13.10.04

Agora

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12.10.04

Última Mensagem

Quando ler esta mensagem, vai estar a ler a última mensagem deste blogue.

A CN surgiu na cabeça de duas pessoas amigas e camaradas, que já passaram muitas noites a colar cartazes, a distribuir panfletos, a trabalhar para a Causa Nacionalista. Trabalhamos porque acreditamos e cremos que estamos certos.

Assim, a nossa página vai sofrer algumas alterações que serão visíveis já no dia 13 de Outubro. Em termos gráficos sofrerá alterações significativas e em termos de conteúdo vai ser inaugurada uma secção de entrevistas.

A secção será inaugurada com uma entrevista a Miguel Jardim, dirigente da Alternativa Identitária e ex-presidente da secção portuguesa da Amnistia Internacional. Uma entrevista que promete.

Visitem-nos que a surpresa será agradável.

Obrigado a todos que colaboram connosco.
Obrigado aos nossos leitores.

O Futuro é Nacionalista.

Identidade Justiça Revolução
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11.10.04

Combate Identitário

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10.10.04

Colaborações

A Causa Nacional procura colaborações para traduções de textos. Pretendemos ajuda nas seguintes línguas:
-Francês
-Italiano
-Alemão

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Miranda do Douro

Vila antiga e muralhada erguendo-se frente às arribas do Douro e perto da fronteira com Espanha, Miranda do Douro orgulha-se do seu monumento mais notável, a Sé do século XVI, dotada de duas graciosas torres, um retábulo renascentista com imagens bíblicas esculpidas em madeira e um magnífico órgão do século XVIII.

No entanto, a peça mais conhecida e original da Sé de Miranda do Douro é a pequena estatueta de madeira a que chamam Menino Jesus da Cartolinha. Segundo reza a lenda, representa um rapazinho que teria aparecido durante um cerco dos espanhóis em 1711 para animar os portugueses, já cansados e famintos. Após a vitória, estes decidiram esculpir uma imagem da criança, vestida e de condecoração ao peito, uma espada de prata à cintura e a célebre cartola.

Em Miranda do Douro, caracterizada por belas casas antigas, vale a pena visitar o Museu da Terra de Miranda, alojado na velha Casa da Câmara (século XVI) e exibindo trajes do folclore local, curiosas alfaias agrícolas e a reprodução de uma típica sala de quinta, entre outras colecções.

Perto da sede do concelho, a povoação de Duas Igrejas é sobretudo conhecida por ser a terra dos Pauliteiros, os homens vestidos de branco e negro que executam a tradicional dança dos paulitos ao som do tamboril e da gaita-de-foles.

Ainda no concelho de Miranda do Douro, vale a pena visitar Sendim, com um artesanato típico de mantas, tapetes e cestos, igrejas de rico recheio e um belo cruzeiro trabalhado. Outro magnífico cruzeiro e esplêndida igreja românica (século XIII) podem ser admirados na povoação de Malhadas.

Miranda do Douro é também conhecida por uma especialidade gastronómica, a posta mirandesa, um delicioso e suculento naco de vitela assada.
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9.10.04

Educação

E assim vai a educação em Portugal, depois de professores mal colocados, temos o fenómeno do desaparecimento de escolas para a colocação de professores.
A educação tem sido a reforma adiada, com Guterres foi Paixão....
Uma Paixão eleitoralista, já que o governo rosa nada fez de reformista. A educação que deveria ser um pilar da sociedade e da Nação continua sem governo, continua sem ideias, continua sem um rumo. Uma política educacional eficaz e com propósitos evitaria situações como o fecho de licenciaturas. Portugal é dos países com o maior número de licenciaturas no mercado universitário, terá alguma lógica?
Não seria mais viável e produtivo apostar em pós-graduações diversificadas do que em licenciaturas?
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8.10.04

A Grande Mentira

É óbvio – e isso já também foi referido por inúmeros autores – que esta globalização, iniciada no pós-guerra e que se prolonga durante toda a segunda metade do século XX e início do século XXI, gerou progressivamente um pensamento único, a que alguns autores, tão apressados quanto eminentes, resolveram chamar “o fim das ideologias”

(…)

A micro elite tem, acima de tudo, uma ideologia pragmática e de vocação prioritariamente económica e financeira. Tudo aquilo que for contra esta prioridade deve ser desguarnecido para ser apagado a breve prazo. E assim devem morrer as religiões de vocação missionária mais intervencionista e inquieta (…) devem desaparecer os nacionalismos e os regionalismos mais teimosos e emancipalistas (…) O sistema deve criar serventuários eficientes e acéfalos. É preciso investir em tecnologia e em técnicos e fugir da formação de críticos ou inconformistas. Nos jovens, é preciso criar subliminarmente a impressão da fatalidade gerada pelos novos dias: ou se integram no sistema e o servem, podendo, se conformados, vir a beneficiar razoavelmente daquilo que este pode conceder em termos materiais, ou se é considerado disfuncional, e portanto um marginal, descartável como aliás os objectos de consumo que o próprio candidato vê e compra sistematicamente.


Sousa Lara, António, A Grande Mentira, ed. Hugin, 2004
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7.10.04

Actualização

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6.10.04

EuroSHAME

O Canal EURONEWS cortou o pio ao representante do Vlaams Block sobre a questão da Turquia. Transmitiram todas as posições favoráveis à entrada da Turquia na Europa, mas exerceu a censura sobre a posição nacionalista e identitária contra a a Entrada da Turquia na Europa.
Por isso, a criação de orgãos de informação alternativos e indetitários é a solução para escapar ao silêncio democrático e incutir no povo a crítica. O povo tem de ser alertado.
Em Portugal fala-se pouco da Turquia, porque não interessa ao sistema levantar poeira sobre esta questão, mas nós com os meios que dispomos vamos continuando a alertar os leitores.
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Bernhard Hess

É o único representante do partido “Democratas Suíços” com voz no Parlamento.

swissinfo: Como você define politicamente os Democratas Suíços?
Bernhard Hess: Nós, os “Democratas Suíços”, lutamos pela liberdade, a independência e por uma Suíça mais Suíça. Ao mesmo tempo queremos proteger os desfavorecidos da sociedade. Nós não estamos na direita nem na esquerda: nós somos patriotas!

A maior parte dos jornais caracteriza os "Democratas Suíços" como partido de extrema-direita. Essa afirmação é correta?
Se essas pessoas entendem que ser de direita é lutar pela liberdade, independência e por uma Suíça mais suíça, como eu falei, e ao mesmo tempo contra a criminalidade, então aceito essa denominação!

Por que a principal proposta do partido é combater a imigração?
Nos últimos anos, a Suíça viveu uma imigração considerável de pessoas que vêm de fora do ambiente cultural europeu. Eles são originários da África do norte, América Latina e do Sul da Ásia. Essa alta percentagem de estrangeiros não pára de aumentar, enquanto que o número de europeus diminui. Nós queremos combater essa realidade através de um novo referendo popular, onde pretendemos limitar o número de estrangeiros não-europeus na Suíça. O segundo problema são os estrangeiros que chegam na Suíça como asilados políticos. Mais de 96% dessas pessoas são somente refugiados econômicos. Por isso os democratas suíços querem lutar contra o abuso da lei de asilo político.

As estatísticas mostram que a maior parte dos migrantes recentes vem dos países da própria União Européia. Porém vocês continuam a falar dos riscos do “estranhamento” para a população suíça.
Mas é verdade! James Schwarzenbach, fundador do nosso partido, tentou limitar o número de estrangeiros na população em 10%, através de um referendo popular em 1970. Porém a proposta foi derrotada por poucos votos. Agora, em 2003, já temos oficialmente mais de 20% de estrangeiros vivendo na Suíça. Isso é realmente um grande problema. Por exemplo, a integração dos filhos de imigrantes é um desafio hoje em dia. 20% de estrangeiros na Suíça é demais!

A grande maioria desses estrangeiros nasceu e cresceu na Suíça. A naturalização facilitada para a segunda e terceira geração de imigrantes não iria ajudá-los na integração?
A naturalização tem de ser o último ato da integração. Hoje em dia, quem quiser se naturalizar na Suíça pode fazê-lo sem problemas. A cada ano temos 36 mil naturalizações, o que corresponde ao número de habitantes da cidade de Winterthur. Porém os democratas suíços irão combater a todo custo um acréscimo no número de naturalizações.

Porém muitos acreditam que o número de estrangeiros na Suíça é mantido artificialmente devido a dificuldade que eles têm para se naturalizar.
A realidade é que muitos desses estrangeiros de origem européia não querem se naturalizar, pois eles já têm um passaporte europeu. A naturalização não deve ser apenas um ato burocrático, onde a pessoa aproveita de um país, mas sim ela deve se identificar em primeiro lugar com a idéia “Suíça”.

Na sua opinião, o que um estrangeiro tem de fazer para ter o direito ao passaporte suíço?
Por exemplo, em Berna, minha cidade de origem, eu fiquei chocado ao ver mulheres da América do Sul serem naturalizadas sem falar os idiomas nacionais como alemão, francês ou italiano. Para mim, essas pessoas deveriam pelo menos aprender a falar uma dessas línguas, antes de pedir a nacionalidade suíça.

Então vocês recusam absolutamente a sociedade “multikulti”, ou seja, multicultural?
Cada vez mais essa chamada “sociedade multikulti” prova que não funciona. Os problemas nas escolas são tão grandes, que hoje elas vivem uma realidade “babilônica”. A criminalidade tem aumentado consideravelmente, sobretudo por pessoas vindas de outras culturas estranhas à nossa. Por último, o Islamismo. Veja que as mulheres dessas sociedades machistas vivem em outras condições que as nossas.

Por que o SD é contrário a integração da Suíça na União Européia?
Para nós, a União Européia é um gigante centralizador, burocrático e não-democrático.

Mas o país não ficará muito isolado na Europa depois que a UE for expandida para os países do leste?
Nossos maiores parceiros comerciais são a Alemanha e a França. Esses são países que apreciam a Suíça já de longa data. Para mim não seria ruim o fato de existir na Europa uma ilha que mostra aos outros como é possível ser independente e, ao mesmo tempo, bem-sucedido.

Retirado de: http://www.swissinfo.org/spt/
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